ATA - Comitê Taquari-Antas - Reunião 133-2013





Comitê Taquari-Antas - Convocação para reunião - Junho de 2013


Comemoração da Semana do Meio Ambiente em Estrela-RS

Nos dias 5 a 8 de junho será realizada uma programação especial em comemoração a Semana do Meio Ambiente.

Segue abaixo a programação completa.

5, quarta-feira
9h - Plantio de Espécies Nativas
Local: Parque Municipal da Lagoa
Público: Agentes Mirins de Educação Ambiental 
14h às 16h30min
Abertura Oficial
Palestra com André Carús (DMLU/POA), com o tema Gerenciamento de Resíduos 
Público: Professores, Alunos do Ensino médio e Comunidade 

6, quinta-feira
8h30min as 9h45min - Palestra com Márcio Frangipani Engenheiro Sanitarista do Ministério Público, com o tema O Saneamento Básico do Estado do RS e a sua Realidade.
9h45min às 10h Coffee Break
10h as 11h15min - Palestra com Arly Afonso Volken, Engenheiro Agrícola do setor de Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de Estrela RS, com o tema Aproveitamento da Água da Chuva.
14h às 16h Palestra com Pedro Ricardo Galina, Engenheiro Ambiental, Sócio Gerente da empresa Tempus Soluções Ambientais e Topográficas de Lajeado e Michele Schmitz, Engenheira da Ambiental Econsulex Ambiental de Lajeado com o tema Resíduos Sólidos.

8, sábado
Plantio de árvores no trevo de Estrela pela Associação de Moradores do Bairro Boa União (AMBU).

Realização das Palestras na Sede da Câmara de Vereadores de Estrela.

Defesa Civil de Estrela – Ações preventivas em primeiro lugar


Defesa Civil de Estrela – Ações preventivas em primeiro lugar

A defesa civil de Estrela, em breve contará com sede própria, na Rua Pinheiro Machado, 319, junto ao antigo prédio da AMBEV. 

Seu coordenador é Jorge Ademar Both, integrante da Brigada Militar por 30 anos, contando ainda com Carlos Alessandro Bremm, que vem se especializando na área.

Segundo Both, nos últimos anos houve diversos fenômenos climáticos no mundo (enchentes, estiagem, granizo, vendavais, desmoronamentos, erosões) e sinistros provocados pela atividade humana (incêndios, acidentes com cargas de produtos perigosos, defeitos em edificações), chegando-se a conclusão que a “Defesa Civil deve ter atuação 24h por dia, em todo lugar”. Em Estrela não é diferente, no governo atual, a defesa civil deixa de ser um órgão que atua apenas em dias de enchente do Rio Taquari, para trabalhar também no que se refere à prevenção.

“As ações Preventivas Desenvolvidas em períodos de normalidade, é fase de extrema importância, por ser o momento de elaboração de planos e dos exercícios simulados, destinados ao desenvolvimento e aperfeiçoamento do sistema de autodefesa, conforme o risco enfrentado no município de Estrela”, afirma o Coordenador.

Jorge Both destaca que estar preparado para prestar socorro é outra prioridade: os trabalhos desta fase atuam direto nos efeitos da ocorrência e são desenvolvidos com emprego coordenado de pessoal treinado dos vários órgãos envolvidos, conforme planos preestabelecidos. É a fase, por exemplo, da extinção do incêndio, resgates de vítimas, evacuação etc.

Existe ainda a fase assistencial que ocorre concomitante ou logo depois do impacto da emergência. Constituem-se no abrigo, alimentação e assistência médica à população atingida.

A fase recuperativa, que compreende as obras de reparos dos danos, é a mais longa e onerosa. É o período dos investimentos, visando à volta da normalidade na área atingida, recuperando as condições anteriores da vida comunitária. Neste período, fecha-se o ciclo do atendimento da emergência e inicia-se a prevenção de novos desastres.

O Coordenador da Defesa Civil de Estrela destaca que em qualquer fase desse trabalho o regime é de cooperação entre os níveis de governo e a comunidade, com aproveitamento máximo dos recursos disponíveis.

Medidas efetivas em andamento no município de Estrela

A missão da Defesa Civil de Estrela é proteger a vida humana em todos os aspectos, e para isso foi elaborado um Mapa que identificou 12 pontos como área de riscos em enchentes, para facilitar a evacuação diante do fenômeno das cheias, que de tempos em tempos se apresenta no Rio Taquari.

Outro aspecto que vem merecendo destaque em Estrela, diz respeito às cargas perigosas, manuseio e utilização fabril de produtos inflamáveis, já sendo trabalhado junto às empresas, postos de combustíveis e população ao em torno dos estabelecimentos sobre medidas em caso de emergência.

A Defesa Civil de Estrela elaborou um boletim Informativo sobre “Procedimentos em Situações de Acidentes com Produtos Perigosos”, que está sendo distribuído na comunidade, sobre como proceder e com telefones úteis – 199, (51) 3981-1174 e (51) 8455-8070 que são da Defesa Civil, além do 190 da Brigada Militar e 193 do Corpo de Bombeiros.

Outra medida foi a realização de um Seminário que ocorreu no mês de março sobre transporte de produtos perigosos, com a participação de empresas, Técnicos de Segurança, Bombeiros e Defesa Civil, inclusive com aula prática no Posto da Polícia Rodoviária Federal em Lajeado, quando 26 veículos com cargas de produtos perigosos foram parados e identificados 96 notificações de irregularidades.

Para o Mês de setembro está previsto para acontecer em Estrela um simulado sobre Produtos Perigosos quando o tema será novamente abordado, tendo na coordenação a Defesa Civil Estadual.

No sábado, dia 11 de maio, a Defesa Civil de Estrela participou do evento Viva o Taquari Vivo levando informações sobre segurança e cuidados que foram adotados durante a operação de recolhimento de lixo das barrancas do Rio Taquari.

Texto e Fotos – Airton Engster dos Santos







Entidades de Estrela-RS participam do Viva o Taquari Vivo 2013


Marinha, Assembléia Legislativa e Prefeitura de Estrela, 
Marcam presença no Viva o Taquari Vivo – 2013 

No sábado pela manhã, 11 de maio de 2013, ocorreu mais uma edição do “Viva o Taquari Vivo”, cujo primeiro evento foi realizado em 2007, desde então sendo promovido anualmente. 

As atividades foram coordenadas pela Cacis em Estrela e Acil em Lajeado, que reuniu também diversas entidades, empresas, autoridades, voluntários, para o recolhimento de resíduos sólidos nas barrancas do Rio Taquari. 

Desde as primeiras horas da manhã, embarcações com voluntários realizavam o trabalho de limpeza das barrancas, margem esquerda do recurso hídrico, enquanto uma equipe no Parque da Lagoa, em Estrela, orientados pela Secretaria do Meio Ambiente, realizavam a separação e pesagem dos resíduos. 

O material recolhido na margem direita do Rio Taquari foi destinado para Lajeado. 

A Defesa Civil de Estrela fez acompanhamento do evento fornecendo informações sobre segurança geral, dentro das embarcações ou em terra. 

O Deputado Estadual Catarina Paladini, da Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul e a Tenente da Marinha Verônica Santos, da Capitânia dos Portos, estiveram presentes verificando detalhadamente todas as atividades. 

Veículos de comunicação fizeram transmissão, direto do evento, ou cobertura para os jornais da Região do Vale do Taquari.

Texto e Fotos 
Airton Engster dos Santos



























Fotos - Airton Engster dos Santos

Bacia Taquari-Antas - Estudo alerta para excesso de fósforo nos rios


Bacia Taquari-Antas
Estudo alerta para excesso de fósforo nos rios

O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica Taquari-Antas está com o sinal de alerta ligado no que tange à presença de fósforo (P) em seus rios. E os motivos dessa preocupação são reiterados e evidenciados por meio de estudo feito pelo Instituto de Saneamento Ambiental (Isam), da Universidade de Caxias do Sul (UCS). As principais informações do levantamento que abrange 31 municípios da Bacia Taquari-Antas foram apresentadas em reunião do colegiado realizada sexta-feira, dia 26, em Nova Araçá. Os professores da UCS, Vania Elisabete Schneider e Ludmilson Abritta Mendes, explicaram a origem, a disseminação e as consequências da presença do elemento químico nos mananciais destas cidades, as quais pertencem ao Conselho Regional de Desenvolvimento da Serra (Corede Serra). No total, a Bacia Taquari-Antas engloba 119 municípios gaúchos. 

Entre os fatores apontados para a alta carga do nutriente estão os esgotos domésticos e as atividades econômicas tanto no campo como na cidade, as quais direcionam seus resíduos para drenagem nos rios. O estudo também revela que em alguns deles, as concentrações de fósforo já superam o limite máximo para os usos da água definidos pelo enquadramento do Plano da Bacia Taquari-Antas. Aliás, quando do diagnóstico do Plano e análise dos corpos hídricos, foram detectadas concentrações do nutriente elevadas, porém com origem diferente do apontado pelo estudo da Isam. “Naquele momento se cogitou que este poderia ser natural. No entanto, na apresentação dos professores da UCS, considerando seus estudos, a concentração de fósforo de forma natural na composição geológica da bacia Taquari-Antas é baixa”, destaca a secretária executiva do Comitê, Cíntia Agostini. 
Inúmeros são os impactos causados pelo fósforo. Ele é nutriente essencial para a proliferação de plantas aquáticas, as quais são responsáveis pela eutrofização. Esse fenômeno promove a floração de algas, crescimento excessivo da vegetação, proliferação de mosquitos e insetos, mortandade de peixes, entre outros efeitos. Em consequência disso, têm-se maiores custos no tratamento das águas para abastecimento humano, animal e industrial. 
Caso não sejam feitas intervenções, a tendência é a geração de fósforo se elevar, tendo em vista o crescimento da população, a expansão das áreas urbanas e o aumento do rebanho. E isso irá se refletir na qualidade das águas, cujo uso pode ser até inviabilizado para o consumo humano se levadas em conta as classes estabelecidas pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Para que seja amenizado o problema do fósforo na Bacia, o Comitê entende que as medidas de intervenções recomendadas no enquadramento do Plano da Bacia Taquari-Antas devam ser implantadas. Além disso, o estudo do Isam sugere a realização de pesquisas para a definição dos padrões de lançamento de fósforo nos mananciais.

Comitê também estuda o fósforo
Para aprofundar os conhecimentos em relação ao fósforo, o Comitê criou um grupo de trabalho que se detém em estudar a relação do nutriente com as águas, bem como entender sua origem. O resultado destas pesquisas irá ajudar a nortear a fase C do Plano da Bacia Taquari-Antas.

Legenda: Cerca de 50 pessoas participaram da reunião em Nova Araçá
Crédito: divulgação 

Estrela-RS - Lixo em local irregular


Lixo em local irregular surpreende Governo de Estrela

Durante esta semana uma notificação do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) tomou de surpresa o Governo de Estrela. A existência de um depósito de lixo irregular, às margem da BR-386, no ponto zero de início da obra de duplicação – em frente a Transportadora Giovanella – poderia atrasar os trabalhos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Denit).
Uma reunião foi marcada com representantes do órgão, engenheiros e Executivo. “A notificação é clara, o Executivo precisará remover o lixo e liberar o terreno para a obra”, revela o vice-prefeito Valmor Griebeler, que participou do encontro. No final da manhã de quinta-feira (2), o secretário de Meio Ambiente de Estrela Hilário Eidelwein, o vice-prefeito e técnicos do Denit estiveram no local avaliando a situação.
O material foi depositado entre os anos de 2010 e 2011 e era para ser composto estritamente por lixo verde. No entanto, uma vistoria rápida no local detectou a presença de material orgânico e restos de sofás, tecido, papelão, entre outros. “Este é um passivo ambiental que desconhecíamos, herdado da Administração passada, responsável pelo aterramento”, revela Eidelwein.
Agora uma parceria entre o Governo de Estrela e o Denit propiciará a remoção do lixo e recolocação em local adequado, devidamente licenciado, para, só então serem retomados os trabalhos.

Matéria e foto: JÔNATAS DOS SANTOS


Peixes aparecem mortos no Arroio Saraquá


3 de abril de 2013
Cerca de 50 peixes foram encontrados mortos no Arroio Saraquá, entre os bairros Moinhos e Jardim do Cedro, em Lajeado. Conforme o Secretário do Meio Ambiente, José Francisco Antunes, trata-se de descarte irregular.

Foram localizados no local peixes embalados, isopor e espécies de grande porte, como carpas, piavas e traíras. Antunes explica que esse tipo de animal não é comum no Arroio Saraquá.

A Sema deve averiguar o autor do despejo irregular. “Claro que é difícil conseguir identificar, mas vamos buscar isso”, diz o Secretário.