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Captação de água bruta dos rios será cobrada


Captação de água bruta dos rios será cobrada
Pagamento de empresas e setor rural começará em outubro

Os gaúchos que moram na Região Hidrográfica do Guaíba entram 2011 com um novo desafio: decidir quem irá pagar e quanto será cobrado pela captação da água bruta dos rios. Outra questão é como investir o dinheiro da cobrança para melhorar a qualidade e a quantidade do recurso natural disponível. A região, composta por nove comitês de bacias (Guaíba, Gravataí, Sinos, Taquari-Antas, Baixo Jacuí, Alto Jacuí, Caí, Pardo e Vacacaí-Vacacaí Mirim), serve como piloto do Plano Estadual de Recursos Hídricos (PERH), que, além da implantação da Agência de Águas da Região Hidrográfica do Guaíba, prevê a cobrança do uso da água bruta.

A gestão dos recursos arrecadados é função da agência, que, por convênio com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), ficará a cargo da Metroplan. Pelo cronograma de implantação do plano, as discussões com os comitês da Bacia deverão ocorrer até maio e abordarão o modelo de cobrança a ser adotado e ações prioritárias para a aplicação dos recursos. Em junho, deverão estar definidos os valores a serem pagos por categoria de usuário. A cobrança deve começar em outubro.

Os valores e quanto cada segmento de usuário irá pagar serão definidos pela sociedade por intermédio dos comitês e dos setores produtivos que usam a água (companhias de saneamento, indústria, setor rural e mineração), que decidirão também as ações prioritárias de recuperação da Bacia onde o dinheiro arrecado será investido. A Região Hidrográfica do Guaíba compreende dois terços da população do RS. Na área também é gerado dois terços do PIB estadual (R$ 228,289 bilhões).

"Os usuários que captam e usam a água bruta poderão pagar o valor acordado de forma democrática pelos representantes da sociedade e governo. Por força das leis federal e estadual, todo o recurso arrecadado será integralmente aplicado em ações de recuperações da Bacias", esclarece o diretor do Departamento de Recursos Hídricos da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, Paulo Renato Paim. Ele afirma que a implantação do PERH foi iniciada em 2006. "Agora é preciso consolidar os instrumentos de gestão. Seu funcionamento depende de um amplo acordo entre governo e sociedade."

Rio Taquari - Condições Ambientais em fevereiro de 2010



Apesar do forte calor em fevereiro de 2010,

águas do Rio Taquari com boas condições ambientais


No domingo, dia 28 de fevereiro de 2010, ambientalistas da Aepan-ONG realizaram monitoramento sobre as condições ambientais do Rio Taquari, tendo a antiga escadaria da Polar em Estrela-RS, como local de coleta de amostra e levantamentos.


Ás 18:30 horas, horário no qual as atividades de observação e medidas foram efetivadas, o sol brilhava intensamente, soprando uma brisa suave, ventos entre 2 a 5 km por hora. Céu limpo sem nuvens. A umidade do ar de 77% e temperatura de 30,2 °C.


Observou-se a presença de pássaros na mata ciliar, especialmente “João-de-Barro”. Também foram vistas libélulas de aproximadamente 4 cm. A temperatura do solo com 29 °C.


A transparência da água estava com 78 centímetros de profundidade medida com disco de Secchi. A temperatura da água de 27,5 °C. A água apresentava-se inodora esverdeada e com aspecto límpido. Sem proliferação de algas. Foram observados peixes na água.


Oxigênio Dissolvido com ótima concentração: 9,0 mg/L, Matéria Orgânica: 2,2 mg/L e pH de 7,0. Outras análises químicas normais para época do ano.


Após apuração e estudos dos resultados obtidos pode-se afirmar que as condições ambientais do Rio Taquari são boas.


Flora do Rio Taquari:

Na mata ciliar do Rio Taquari, nas árvores do Belvedere ou na Praça Menna Barreto em Estrela-RS, é comum observar, em muitas árvores, a vegetação conhecida como rabo de rato (rhipsalisbaccifera), erva epifítica (o vegetal que vive sobre um outro sem retirar nutrimento, apenas apoiando-se nele) de caule cilindro e muito ramificado.


Peixes do Rio Taquari:

Pescadores amadores, que pescavam próximo ao local de monitoramento das águas do Rio Taquari, capturaram com caniço linha e anzol, especialmente duas espécies de peixes:


Piava com 36 cm (actinopterígios, caraciformes, caracídeos, de boca pequena, dentição forte, e que se alimentam de matéria vegetal e de animais em decomposição).


Lambaris com 16 cm (caraciformes, caracídeos, tetragonopteríneos, com cerca de 300 espécies conhecidas. Têm tamanho reduzido, nutrem-se de invertebrados aquáticos, sementes, restos de animais, etc., e são muito apreciados para alimentação).


Clima em Estrela-RS:


O mês de fevereiro de 2010 ficou marcado por dias abafados e altas temperaturas que superaram a marca do 40 °C, com sensação térmica de 43,8 °C, as maiores dos últimos 50 anos. Também apontando para o fim do verão com temperaturas mínimas de 18 °C.


Houve ameaça de diversos temporais, porém ficou só nisso mesmo. O céu que ficava escuro, em seguida tornava aclarar, com pouca precipitação pluviométrica, voltando a abafar com a alta umidade do ar.


Participaram dos trabalhos: Jorge Scherer, Airton Engster dos Santos, Ronaldo Borges e Marco Kaffer.

Imagens: Aepan-ONG



Enchente no Rio Taquari - Janeiro de 2010





Precipitação Atípica Causa

Enchente e destruição no Vale Taquari


A chuva forte que caiu no dia 04 de janeiro de 2010, com grande volume de água que variou de acordo com os municípios, entre 180 mm e 240 mm, em curto espaço de tempo (12 horas), causou estragos e desabrigou centenas em muitos municípios da Bacia Taquari-Antas.


Em Estrela, a Defesa Civil atuou de forma competente em todo episódio da cheia, tendo como órgão de apoio e logística a Prefeitura Municipal.


As famílias, com domicílios em áreas alagadiças foram retiradas, junto com seus pertences e encaminhadas para ginásios da cidade.


Orientações gerais de saúde e prevenção de acidentes foram repassadas aos flagelados que ao todo somaram 40 famílias.


A Rádio Alto Taquari de Estrela fez plantão especial repassando informações e orientações sobre as subidas das águas e cota final da cheia que chegou a 23,95 metros, ou seja, 10,95 metros acima do nível normal.


Em dado momento, o nível das águas chegou a subir 1,10 metros por hora, que preocupou as autoridades encarregadas de fazer a retirada da população em risco eminente.


Felizmente não houve vítimas fatais em Estrela-RS.


Marques de Souza viveu situação de Calamidade Pública:


As águas do Rio Forqueta, afluente do Rio Taquari pelo lado direito, subiu rapidamente não dando tempo para as pessoas retirarem seus pertences nem animais.


A agricultura e pecuária base da economia em Marques de Souza foi destruída por completo. Também os camping, atividade muito difundida no município, cujas estruturas foram arrastadas pelas águas.


Em torno de 100 famílias ficaram desalojadas, muitas delas sendo retiradas dos telhados das residências pelo Corpo de Bombeiros.

A população ficou sem água nem energia elétrica. A BR 386 que corta o município de Marques de Souza, ficou submersa por um metro de água.


Campanhas de solidariedade foram desencadeadas em todo Vale do Taquari, para auxiliar a população flagelada.


Outros município também foram atingidos pelas cheias como: Travesseiro, Forquetinha, Mato Leitão, Cruzeiro do Sul, Progresso, Encantado,Muçum, Arroio do Meio e Anta Gorda.


Ruas, pontes e rodovias foram interrompidas pelas águas, deslizamentos e pessoas desalojadas. O cenário segundo algumas testemunhas foi de um cenário de guerra.


Texto: Airton Engster dos Santos

Fotos: Jorge Scherer

Rio Taquari - Condições Ambientais da Água - Dezembro de 2009

Festa do Bem-Te-Vi, marca início de 2010

no Rio Taquari...


No dia 29 de dezembro de 2009, foi efetivado o último levantamento das condições ambientais do Rio Taquari, com coleta de água realizada em Estrela-RS.


Ás 19 horas, momento em que os ambientalistas da Aepan-ONG faziam as análises, medidas e observações, a Umidade Relativa do Ar encontrava-se em 78%. O vento soprava numa velocidade entre 6 a 11 km/hora. Dia ensolarado e muito quente, com 32,5 °C.


A transparência da água de apenas 30 cm preocupou os ambientalistas. Sólidos em suspensão; cor marrom e aspecto vermelho barrento; Cheiro característico do Rio Taquari. Matéria Orgânica de 4,5 mg/litro. Temperatura da água de 28 °C; pH: 7,0; Oxigênio Dissolvido de 7,5 mg/litro. Sem lixo flutuante, espumas ou óleo. Peixes pequenos foram observados na água.


Na mata foram encontradas variedades de lixos jogados, como: latas, plásticos e garrafas pett. Temperatura do solo de 27 °C.


Também foram vistas diversas espécies de pássaros, entre eles o Bem-Te-Vi em maior destaque e borboletas de cores preta, amarela e marrom.


Curiosidade:


Bem-Te-Vi : Ave encontrada nas matas do Rio Taquari:

Ave de bico escuro e robusto, ventre amarelo, garganta e sobrancelhas brancas, Dorso escuro. Atinge 22 cm de comprimento.


Adapta-se muito facilmente a qualquer ambiente. Geralmente próximo da água.


Alimenta-se, basicamente, de insetos, podendo completar sua dieta com peixes pequenos e frutos. Faz ninho em copas altas, com bastante gravetos.


Borboletas:

De cores preta, amarela e marrom, que atingem em torno de 5 cm, também encontradas na mata ciliar do Rio Taquari, apresentam vôo lento, um pouco irregular e realizado a baixa altura, não ultrapassando 2 metros de altura. Sua lagarta alimenta-se de guaco-do-mato e outras plantas afins.


Temperatura e Precipitação Pluviométrica em Estrela-RS:

A máxima temperatura observada, no mês de dezembro de 2009, foi de 37,5 °C e a mínima foi de 17,0 °C. Já a precipitação foi de 150 milímetros. O total de chuva no ano de 2009 foi de 2.145,5 milímetros, a maior registrada nos últimos anos.



Voluntários responsáveis:

Airton Engster dos Santos

Jorge Scherer

Rio Taquari - Junho de 2009



Condições do Rio Taquari em Junho/2009

Águas do Rio Taquari com boas condições ambientais em junho de 2009 .

No dia do monitoramento (13/06) o tempo era ensolarado, com temperatura do ar de 19,5 °C às 15 horas. Soprava um vento leve de montante a jusante sem nuvens. Umidade Relativa do ar com 56%. A transparência da água com 140 cm, cor esverdeada e aspecto transparente. Não foi verificado espuma na superfície da água. Foi constatado uma mancha de óleo de 30 m² sobre a água. Temperatura da água com 16°C.

O Potencial de Hidrogênio (pH) 6,8, portanto neutro e ideal. Água inodora. Foi constatada a presença de peixes na água. Verificado lixo nas barrancas, especialmente plástico e isopor. Oxigênio Dissolvido dentro da margem, de segurança. Foram vistos libélulas e borboletas na vegetação.

Os trabalhos foram coordenados por voluntários da Aepan-ONG.


Rio Taquari, Arroio Estrela e Arroio Boa Vista





Rio Taquari, Arroio Boa Vista e Arroio Estrela Abril-2009:

Apesar de alguns focos de proliferação de algas no Rio Taquari (Eutrofização), as condições ambientais das águas ainda são aceitáveis para vida aquática.

O processo conhecido cientificamente como Eutrofização acontece em virtude da pouca vazão do Rio em razão da baixa precipitação pluviométrica (chuva) de apenas 15 mm no mês de abril.

A situação se agrava ainda pela alta luminosidade do sol e temperatura da água (hoje com 23 °C).

Quanto mais alta a temperatura da água maior será a ploriferação das algas.

A proliferação de algas pode agravar-se caso continue a falta de chuva e calor, pois a concentração de nutrientes, especialmente fósforo e nitrogênio, provenientes de esgotos domésticos e de esterqueiras, podem concentrar de maneiras tal a dar condições propícias ao recrudescimento do fenômeno.

Cabe salientar, sempre que acontece o fenômeno de ploriferação de algas diminui o oxigênio dissolvido na água, o que pode causar dificuldades para vida aquática – até a morte de peixes dependendo de sua baixa concentração (O²).

O Arroio Estrela e Arroio Boa Vista estão bem mais comprometidos em função da alta carga orgânica que recebem ao longo de seu curso dágua.

Voluntários: Jorge Scherer e Airton Engster dos Santos

Rio Taquari na chegada do outono





Rio Taquari com águas transparentes


No sábado dia 21 de março de 2009, voluntários da Aepan-ONG realizaram levantamento das condições ambientais do Rio Taquari.

Ás 09 horas, momento em que se efetivou as atividades de observação e medidas o sol brilhava intensamente, sem nuvens e com céu azul, soprava uma brisa suave com ventos entre 12 a 19 km por hora. A umidade do ar de 66% e temperatura atmosférica de 26 °C.

Observou-se a presença de diversas espécies de pássaros na mata ciliar. Também muito lixo jogado na margem do rio. A temperatura do solo com 23 °C. A jusante 200 metros do Porto de Estrela, desbarrancamento recente numa extensão de 150 metros.

A transparência da água com 95 centímetros de profundidade medida com disco de Secchi. A água inodora esverdeada e com aspecto límpido com 26 °C de temperatura. Sem nenhuma proliferação de algas. Também não foi visto óleo nem espumas na lâmina da água. Presença de cardumes de peixes.

Oxigênio Dissolvido com ótima concentração e pH de 6,8. Outras análises químicas normais.

No Porto de Estrela realizavam-se trabalhos de descarga de dois barcos de arreia.

Após apuração e estudos dos resultados obtidos pode-se afirmar que as condições ambientais das águas do Rio Taquari são boas.

O que causa preocupações são o lixo e o desbarrancamento com o conseqüente assoreamento do Rio.

Participaram dos trabalhos: Jorge Scherer, Airton Engster dos Santos e Marco Kaffer.


Dia Mundial da água - 22 de março:

Nosso planeta tem cerca de dois terços só de água. Pela lógica, parece haver água sobrando para a população, não é? Parece um absurdo falar em crise da água?

Vamos aos fatos: 97% da água do planeta são água do mar, imprópria para ser bebida ou aproveitada em processos industriais; 1,75% é gelo; 1,24% está em rios subterrâneos, escondidos no interior do planeta. Para o consumo de mais de seis bilhões de pessoas está disponível apenas 0,007% do total de água da Terra.

Some-se a isto o despejo de lixo e esgoto sanitário nos rios, ou ainda as indústrias que jogam água quente nos rios - o que é fatal para os peixes. A pouca água que existe fica ainda mais comprometida. Isto exige a construção de estações de tratamento de esgoto e dessalinização, por exemplo. E exige conscientização para que se evite o desperdício e a poluição, principalmente nas grandes cidades.

Com o objetivo de chamar a atenção para a questão da escassez da água e, conseqüentemente, buscar soluções para o problema, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu em 1992 o Dia Mundial da Água: 22 de março.

Por conta disso, a ONU também elaborou um documento intitulado "Declaração Universal dos Direitos da Água", que trata desse líquido como a seiva do nosso planeta.


Airton Engster dos Santos - Aepan-ONG

Algas em rios e lagos

ALGAS – Importância e Crescimento

Os fitoplâncton são algas [principalmente dos grupos Pyrrophyta (dinoflagelados) e Chrysophyta (diatomáceas)], cuja presença e concentração nos lagos, rios e arroios está fortemente associada ao estado trófico do manancial.

As algas (plantas inferiores que não apresentam organização complexa do corpo e que produzem a fotossíntese) são importantes para o ecossistema lacustre porque:

Convertem material inorgânico em orgânico (através da fotossíntese)

Oxigenam a água (ainda através da fotossíntese)

Servem como base essencial para a cadeia alimentar

Afetam a quantidade de luz solar que penetra na coluna d´água

Como muitas plantas superiores, as algas precisam de luz, de suprimento de nutrientes inorgânicos e de faixas específicas de temperatura para crescerem e se reproduzirem. Dentre esses fatores, o suprimento de nutrientes (especialmente o Fósforo) é um dos principais, pois é ele que ditará a evolução do seu crescimento.

Fatores que afetam o crescimento das algas

Há uma série de fatores ambientais que influem no crescimento das algas nos lagos e reserevatórios. Os principais são os seguintes:

A quantidade de luz solar que penetra na água (afetada pela intensidade dos raios solares; pela quantidade de material em suspensão; e pela cor da água);

A disponibilidade de nutrientes para o crescimento das algas (determinado tanto pela fonte como pelos mecanismos de remoção);

A temperatura da água (regulada pelo clima, altitude, lançamento de efluentes, etc.);

A remoção física das algas (pelo seu afundamento ou saída através de um vertedor);

O pastoreio da população algal (por peixes, animais microscópicos e outros organismos (zooplâncton));

O parasitismo por bactérias, fungos e outros microrganismos; e

A competição de outras plantas aquáticas por alimento e luz.

É a combinação destes e de outros fatores ambientais que determinam o tipo e a quantidade de algas encontradas em um lago. É importante observar, contudo, que esses fatores estão sempre num estado de fluxo. Isso porque a multiplicidade de eventos, inclusive a mudança das Estações, o uso dos terrenos da bacia e as enxurradas que, constantemente, criam "novos ambientes" no lago.

Essas mudanças ambientais podem ou não apresentar ótimos habitats para o crescimento ou mesmo a sobrevivência de uma espécie particular de alga. Consequentemente há, em geral, uma sucessão de espécies diferentes de algas no lago ao longo do ano e de ano para ano.

Pesquisa: Airton Esgster dos Santos
Fonte: Livros Biologia Acervo Aepan-ONG

Rio Taquari




Condições ambientais do Rio Taquari são boas em novembro:
Monitoramento dia 24 de novembro de 2008.
Local do levantamento: Porto de Estrela:

São boas as Condições Ambientais do Rio Taquari no mês de novembro de 2008. Transparência da água: 80 cm; Inodora; Temperatura da água: 25,0 °C; pH: 7,3; Cor esverdeada com aspecto límpido; Isento de espumas e óleo; Ótima concentração de Oxigênio Dissolvido; Presença de muitos peixes; Água com lixo apenas natural proveniente da vegetação; Revoando na mata ciliar e sobre as águas muitos pássaros; Pouco lixo na barranca; Temperatura do Solo: 24,7 °C. No dia 24 de outubro, às 10:00 horas, momento em que os voluntários da Aepan-ONG realizavam o levantamento de campo, o tempo encontrava-se ensolarado, temperatura de 32,3°C com 60% de umidade relativa do ar e brisa leve.

Houve pouca precipitação pluviométrica no mês, e a água estava com aspecto límpido e com matéria orgânica baixa.

Equipe de voluntários da Aepan-ONG: Jorge Scherer, Airton Engster dos Santos e Marco Kaffer.